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ALÔ, ALÔ DONA TEREZINHA!

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Vocês querem bacalhau, brasileiro? Ou querem abrótea?

Vocês querem quermessona ou quermessinhas?

Vocês querem caminhão do tigrão buzinando nas esquinas e motos rodopiando  ou carros de boi gemendo nas áreas suburbanas?

 

Parece que somos conduzidos por marqueteiros que não conhecem o produto Garopaba. Se conhecem, não valorizam. Estes mega eventos sem identidade que atraem um público volátil que chega com cooler cheio de bebida e afugenta e intimida os que bancam e tem a cara da cidade são muito daninhos. Passam uma imagem externa que seleciona um futuro morador ou veranista em busca de algo que a cidade não é. E o pior, desencadeia um processo em que a cidade passará a ser, lenta e progressivamente isto, este atacadão sem personalidadae.

 

 

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Da simplicidade a ostentação. Do cabelo parafinado de outrora a um cortado na régua, numa estética que é divertida até, mas fica uma zona cinzenta sem originalidade. Passaremos a ser uma cidade qualquer, mais uma no mapa. É claro que devem ter todas as tribos, sem patrulhamento. Só não precisamos estimular o exótico e óbvio em detrimento do nativo e com significado, o que nos diferencia. O que nos valoriza e faz de Garopaba ser exclusiva, desejada, cobiçada até.

 

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Temos mais de 50 engenhos de farinha, um exemplo de diferencial. Podemos resgatar, financiar, subsidiar, bancar, como se fossem museus.

Outra abordagem, a moderna e inteligente, fazer deles âncoras que irradiam valor nos bairros. Ser vizinho de um engenho seja motivo de orgulho e desejo de ali continuar. 

E vale para os ranchos de pesca e as canoas, os carros de boi e as lavouras, o cultivo da terra...

 

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Tudo sumindo, erosão lenta e gradual, nosso maior patrimônio se esvaindo. Se alguém acha que Garopaba vale o que vale só pelas praias e mar pode estar numa roubada.

Já se percebe uma drástica diminuição no movimento. Não dá 3 semanas de tornado, coloca em cheque nossa infra e nos obriga a bancarmos um trem que já na próxima estação deixará metade dos vagões ou andará com metade dos passageiros. Esta alternância entre o caos e o marasmo é que precisa acabar. 

Precisamos de condutores para este trem que acertem a marcha, que ajustem o numero de vagões às locomotivas, que conservem e resgatem a paisagem, e façam esta viagem valer a pena.   

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Texto Kiko Simch - Engenheiro Agronomo Paisagista @kikosimch 

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