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Primavera aumenta atenção para sintomas respiratórios no Sul

 

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A chegada da primavera pode representar noites menos tranquilas para quem convive com alergias respiratórias. A maior presença de pólen no ar durante o período de floração, somada a condições ambientais que favorecem a exposição a outros alérgenos, pode intensificar sintomas como coriza, espirros e coceira. Além do desconforto ao longo do dia, manifestações persistentes podem interferir no sono e repercutir na disposição para estudar, trabalhar e realizar outras atividades cotidianas, alerta a Hapvida.

 

A primavera deste ano exige atenção especial na Região Sul. Sob influência do El Niño, a estação tem maior probabilidade de registrar temporais e períodos de elevada umidade em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, cenário acompanhado por órgãos federais. O Ministério da Saúde alerta que a umidade favorece a proliferação de fungos e que mudanças sazonais alteram a presença e a distribuição de pólen e outros agentes relacionados a condições respiratórias alérgicas.

 

Para a clínica geral da Hapvida, Beatriz Sallum, as mudanças na umidade estão diretamente relacionadas ao número de pessoas doentes. "As mudanças na umidade podem contribuir para o aumento de ácaros e fungos no ambiente. Com isso, sintomas como espirros, coriza, nariz entupido e coceira nos olhos podem se tornar mais frequentes", explica.

 

Quando persistentes, esses sintomas podem deixar de ser apenas um incômodo típico da estação. A congestão nasal, a coriza e os espirros frequentes podem acompanhar a pessoa até a hora de dormir e comprometer o descanso. "Os sintomas de alergia merecem avaliação médica quando são muito frequentes, intensos ou começam a atrapalhar atividades do dia a dia, como dormir, estudar ou trabalhar", destaca Beatriz.

 

Pessoas com rinite ou asma devem ter atenção redobrada durante o período. No caso da rinite, espirros, coriza, coceira e congestão nasal estão entre as manifestações mais comuns. Já quem tem asma também pode apresentar tosse, chiado no peito e falta de ar. "O aumento do pólen no ar pode irritar as vias respiratórias e desencadear ou piorar os sintomas. É importante evitar, quando possível, esses fatores, manter os ambientes limpos e seguir corretamente o tratamento indicado pelo médico", orienta a especialista.

 

A semelhança entre alguns sintomas também pode gerar dúvidas sobre a origem do quadro. Enquanto a alergia é uma reação do sistema imunológico a agentes como pólen, poeira ou pelos de animais, o resfriado é provocado por uma infecção viral. Coceira no nariz e nos olhos, lacrimejamento, espirros e coriza são frequentes nos quadros alérgicos. No resfriado, por outro lado, podem aparecer dor de garganta, tosse, cansaço, dor no corpo e, em alguns casos, febre.

 

A duração dos sintomas também ajuda a diferenciá-los. Segundo Beatriz, enquanto o resfriado tende a melhorar depois de alguns dias, as manifestações alérgicas podem persistir enquanto houver exposição ao agente desencadeante.

 

Cuidados começam dentro de casa

 

Reduzir a exposição aos alérgenos é uma das principais medidas para evitar que os sintomas persistam ao longo do dia e avancem pela noite. A recomendação é manter os ambientes limpos e arejados, retirar a poeira com pano úmido, lavar as roupas de cama regularmente e controlar a umidade para evitar a proliferação de mofo e ácaros. Tapetes, cortinas e outros objetos que acumulam poeira também merecem atenção.

 

Fora de casa, pessoas alérgicas devem ter cuidado em locais com muita vegetação e nos períodos de maior concentração de pólen. "Em dias quentes e secos, o pólen se espalha com mais facilidade. Ao retornar para casa, tomar banho e trocar de roupa pode ajudar a remover as partículas acumuladas durante o dia", orienta a clínica geral.

 

A procura por atendimento médico é recomendada quando as crises se tornam frequentes, intensas, não melhoram com os cuidados habituais ou começam a prejudicar o descanso e as atividades cotidianas. Em quadros leves e sem sinais de urgência, a telemedicina da Hapvida pode ser uma alternativa para avaliação e acompanhamento, com consultas por vídeo realizadas por computador, tablet ou celular. Já sintomas como falta de ar, chiado, dificuldade para respirar ou aperto no peito exigem atenção. Em casos de dificuldade intensa para respirar ou inchaço repentino no rosto, boca ou garganta, a orientação é buscar atendimento presencial imediatamente.

 

Sobre a Hapvida

 

Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 77 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

 

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 85 hospitais, 74 prontos atendimentos, 364 clínicas médicas e 309 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.




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